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Matéria Jornalística /


Publicada em: 23/05/2026 11:55 - Atualizada em: 23/05/2026 11:56
Simpósio sobre doenças negligenciadas reúne renomados pesquisadores e palestra magna de Margareth Dalcomo na Ufla

Dra. Margareth Dalcomo na Ufla
 

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 @jornaldelavras     @jornaldelavras   (35) 99925.5481
 

A Universidade Federal de Lavras (Ufla) realiza desde quinta-feira, dia 21, o VI Simpósio Brasileiro de Doenças Negligenciadas (SBDN) e II World Symposium on Neglected Diseases (WSND), evento que reúne pesquisadores, profissionais da saúde, estudantes e representantes de instituições do Brasil e do exterior para discutir temas ligados à saúde pública e doenças negligenciadas.

A abertura contou com a presença da médica e pesquisadora Dra. Margareth Dalcomo, uma das principais vozes da ciência e da saúde pública no país, responsável pela palestra magna do simpósio.

Segundo a presidente do evento, a pesquisadora e professora da Ufla Joziana Barçante, o simpósio chega à sexta edição nacional e à segunda edição mundial com o objetivo de ampliar o debate sobre doenças que ainda afetam populações vulneráveis e frequentemente permanecem à margem das políticas públicas.

"O simpósio reúne pesquisadores para discutir temas relacionados à saúde pública, às doenças negligenciadas e também às populações negligenciadas", destacou.

Ao longo dos três dias de programação, o evento reúne cerca de 80 palestrantes do Brasil e de outros países, incluindo representantes da África, Londres e Colômbia. Entre os temas debatidos estão hanseníase, leishmaniose, doença de Chagas, envelhecimento populacional, epidemias e comunicação científica.

Durante a abertura, um dos lemas mais enfatizados foi "sem deixar ninguém para trás", destacando a necessidade de acolhimento das populações afetadas por doenças negligenciadas e da aproximação entre universidade, sociedade e gestão pública.

A palestra magna foi conduzida por Margareth Dalcomo, referência nacional em pneumologia e saúde pública, conhecida pela atuação durante a pandemia da Covid-19 em entrevistas jornalísticas e programas de televisão voltados à divulgação científica para a população em geral. 

Durante entrevista ao Jornal de Lavras, a pesquisadora destacou a importância do simpósio e elogiou o trabalho desenvolvido pela Ufla nas áreas de pesquisa e saúde.

"O tema é absolutamente relevante no Brasil neste momento. Hoje formar profissionais de saúde exige não apenas assistência, mas também investimento em pesquisa", afirmou.

Dalcomo também falou sobre os desafios atuais da ciência no país e defendeu a reconstrução da confiança da população na ciência e nas instituições de saúde.

"Passar informação significa, em primeiro lugar, dizer a verdade. E dizer a verdade não precisa ser dito numa linguagem que ninguém entende", declarou.

Questionada sobre o atual cenário do ebola na África, a pesquisadora afirmou que, apesar da gravidade da doença, o potencial pandêmico é considerado baixo e não representa preocupação para o Brasil neste momento.

O evento segue neste sábado com programação científica na Ufla reunindo pesquisadores, estudantes e profissionais ligados à saúde pública e ao tema doenças negligenciadas.

 


 


 


 


 


 


 


 

 
 


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