Quem somos
|
Arquivo
|
Anuncie
|
Contato
|
Sua página inicial


início
prêmios
lavras tem
agenda
busca


Matéria Jornalística /


Publicada em: 10/03/2026 23:06
Polícia Federal cumpre mandados em Lavras contra esquema de contrabando de cigarros eletrônicos

Apreensão em Lavras de cigarros eletrônicos. Um homem foi preso pela Polícia Federal. Fotos: Divulgação Polícia Federal

.

 @jornaldelavras     @jornaldelavras   (35) 99925.5481

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã de hoje, terça-feira, dia 10, a Operação Evali, com o objetivo de desarticular um esquema de importação e comercialização ilegal de dispositivos eletrônicos para fumar (DEF), popularmente conhecidos como vapes ou cigarros eletrônicos. A ofensiva concentrou-se na cidade de Lavras, onde um investigado é apontado como o principal articulador da distribuição desses produtos na região.

As investigações tiveram início após a identificação de remessas irregulares de materiais que seriam destinados ao suspeito. Recentemente, uma carga considerável de cigarros eletrônicos, vinda de outro estado, foi interceptada durante um transporte rodoviário.

Com base nas evidências colhidas, a 1ª Vara Federal Criminal de Belo Horizonte expediu o mandado de busca e apreensão cumprido hoje. Segundo a Polícia Federal, o investigado, residente em Lavras, não apenas introduzia os produtos de forma clandestina no país, como também mantinha uma rede de comercialização ativa no Sul de Minas. O dado mais alarmante da apuração indica que a venda desses dispositivos era feita inclusive para menores de idade.

O nome escolhido para a operação é um alerta direto à saúde pública. Evali é a sigla em inglês para E-cigarette or Vaping product use-Associated Lung Injury (Lesão Pulmonar Associada ao Uso de Cigarro Eletrônico ou Produto de Vapor). A condição causa danos severos aos pulmões, podendo levar à insuficiência respiratória e até à morte, fator que motivou a rigidez da ação policial.

A Polícia Federal reforça que, no Brasil, a importação, a comercialização e até a propaganda de dispositivos eletrônicos para fumar são estritamente proibidas. A norma é regida por uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que mantém o veto devido à ausência de dados científicos que comprovem a segurança desses aparelhos e aos graves riscos de dependência química e danos pulmonares.

Os envolvidos na operação podem responder pelo crime de contrabando, cujas penas variam de 2 a 5 anos de reclusão. Além disso, a investigação prossegue para identificar outros possíveis crimes correlatos, como a corrupção de menores (devido à venda para adolescentes) e crimes contra a saúde pública.

 
 



.
 
.
www.jornaldelavras.com.br
Para quem leva a informação a sério.


 

Voltar Envie para um amigo


 www.jornaldelavras.com.br
Para quem leva a informação a sério.
WhatsApp: (35) 9 9925-5481
Instagram e Facebook: @jornaldelavras