
Vereadores Haqueline Fráguas, João Paulo Felizardo e Zé Cherem
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Durante sessão na Câmara Municipal de Lavras, vereadores se manifestaram sobre a retirada da proposta que previa a destinação de R$ 30 milhões para o Hospital Vaz Monteiro, recurso que poderia ser utilizado para ampliar a estrutura de atendimento da instituição.
O assunto foi levado à tribuna pelo vereador João Paulo Felizardo, que afirmou que a proposta havia sido cadastrada para viabilizar a ampliação do hospital e a criação de novos leitos destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS).
Segundo ele, a articulação envolveu reuniões em Brasília e contatos com parlamentares para garantir a indicação do recurso.
"Simplesmente rasgaram a proposta de R$ 30 milhões", declarou o vereador ao comentar a retirada do cadastro que previa a destinação dos recursos ao hospital.
De acordo com João Paulo, o projeto tinha como objetivo ampliar a capacidade de atendimento da instituição, incluindo novos leitos voltados à chamada "porta SUS", para pacientes encaminhados de unidades de pronto atendimento.
A vereadora Jaqueline Fráguas também se manifestou sobre o tema e afirmou que a possibilidade de ampliação do hospital representava uma oportunidade importante para fortalecer o atendimento de saúde na cidade.
Durante sua fala, ela afirmou ter recebido com surpresa a informação de que o hospital não teria recebido apoio do Poder Executivo para a continuidade da proposta.
"A saúde das pessoas não pode ser instrumento de vaidade", afirmou.
A parlamentar destacou ainda que investimentos em saúde pública devem estar acima de disputas políticas e defendeu que a decisão seja reavaliada para permitir que o recurso possa beneficiar a população.
O vereador Zé Cherem também abordou o tema durante a sessão e parabenizou o vereador João Paulo pela articulação do recurso junto a parlamentares em Brasília.
Segundo ele, investimentos desse porte podem fortalecer o sistema de saúde local e regional, especialmente em áreas de maior complexidade.
Durante sua manifestação, o parlamentar afirmou que a retirada da proposta deveria ser reconsiderada.
"A cidade não merece desvio de recurso por vaidade", declarou.
Zé Cherem também destacou que parte do investimento poderia contribuir para o atendimento de doenças cardiovasculares, que estão entre as principais causas de morte no país.
Os vereadores defenderam que a situação ainda possa ser revista pelo Executivo municipal para que o recurso seja novamente destinado ao Hospital Vaz Monteiro e possibilite a ampliação da capacidade de atendimento da instituição.
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