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Matéria Jornalística /


Publicada em: 25/02/2026 17:59
Daia Protetora cobra resposta das autoridades sobre cadela morta a tiros em Lavras - veja video

 

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O caso da cadela morta a tiros em via pública no bairro Parque Bocaina, em Lavras, voltou a ganhar repercussão nesta quarta-feira, dia 25, após um pronunciamento público da ativista Daiana Garcia, conhecida como Daia Protetora. O crime ocorreu na noite do dia 18 de fevereiro e segue sob investigação das forças de segurança.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, Daia afirmou que não aceitará que o caso "caia no esquecimento" e cobrou uma resposta concreta das autoridades responsáveis pela apuração. Segundo ela, a morte da cadela, identificada como Panqueca, representa mais um episódio de violência extrema contra animais que precisa ser tratado com rigor.

"Eu estou aqui para cobrar das forças de segurança. Quero justiça e quero que o criminoso seja responsabilizado", declarou a ativista, ao pedir o apoio da população de Lavras e da região para manter o caso em evidência até a identificação do autor.

Conforme noticiado anteriormente pelo Jornal de Lavras, a Polícia Militar de Minas Gerais foi acionada na noite do crime após moradores ouvirem um disparo de arma de fogo. Testemunhas relataram que um veículo de cor cinza, possivelmente um Fiat Mobi ou um Volkswagen Up, deixou o local em alta velocidade logo após o estampido. No local, os militares constataram a morte imediata da cadela, com uma lesão perfurante compatível com projétil de arma de fogo.

O tutor do animal informou que a cadela não apresentava comportamento agressivo e costumava circular pela rua. Diligências foram realizadas, incluindo a busca por imagens de câmeras de monitoramento, mas até o momento não foi possível identificar o autor do disparo.

O caso também repercutiu em nível estadual. Daia Protetora entrou em contato com o deputado estadual Noraldino Júnior, conhecido por sua atuação em defesa da causa animal, que solicitou rigor na apuração. Segundo a ativista, além do crime de maus-tratos, o disparo em via pública representa risco à coletividade. "Quem atira em um animal demonstra um desvio de conduta grave e perigoso", afirmou.

O boletim de ocorrência foi registrado e o caso segue sob responsabilidade da Polícia Civil. Crimes de maus-tratos e morte de animais podem resultar em pena de dois a cinco anos de reclusão, além de multa.

 

 
 



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