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Publicada em: 03/02/2026 13:37 - Atualizada em: 03/02/2026 16:29
Câmara aprova programa "Gás do Povo"; três deputados votados em Lavras foram contrários à medida

Mais de 950 mil famílias brasileiras terão um alívio no orçamento doméstico. Foto: Mayara Vita / Ministério do Desenvolvimento Social

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A Câmara dos Deputados aprovou ontem, segunda-feira, dia 2 de fevereiro, o texto-base da medida provisória que institui o programa Gás do Povo. A nova iniciativa representa uma mudança estrutural no suporte às famílias de baixa renda: o antigo Auxílio-Gás (pago em dinheiro) será substituído pela entrega direta de botijões em revendedores credenciados.

A proposta avançou com ampla margem, recebendo 415 votos favoráveis contra apenas 29 votos contrários. Entre a minoria que se opôs ao projeto, destacam-se três parlamentares de Minas Gerais que possuem forte base eleitoral no Sul de Minas.
É importante ressaltar que os três deputados mineiros que votaram "não" ao programa tiveram votações expressivas em Lavras. Um deles, inclusive, detém o título de majoritário no município, o que reforça o impacto político da decisão para os eleitores locais.
São eles: Eros Biondi obteve em Lavras 191 votos; Junio Amaral, 301 votos e Nikolas Ferreira, deputado federal majoritário em Lavras obteve 5.550 votos. Todos eles são do PL.
Os demais deputados do PL votados em Lavras foram favoráveis ao programa, são eles: Domingos Savio (724 votos), Maurício do Vôlei (354 votos), Marcelo Álvaro Antônio (61 votos) e Emidinho Madeira (40 votos). O deputado Lincoln Portela, também do PL, optou pela abstenção. Por outro lado, a medida contou com o apoio massivo do restante da bancada mineira, unindo partidos de diferentes espectros como PSDB, PP, PT, Avante, União, PSD, PDT, Republicanos, MDB, Podemos, Solidariedade, além dos outros parlamentares do próprio Partido Liberal (PL) já citados acima.
A oposição ao projeto foi pulverizada entre as unidades da federação, mas concentrada em alguns estados específicos. São Paulo liderou a resistência com sete votos contrários. O restante dos votos "não" foi distribuído da seguinte forma: Sana Catarina (6), Rio Grande do Sul (4), Rio de Janeiro (3), Mato Grosso do Sul (2), Roraima (1), Rio Grande do Norte (1), Distrito Federal (1) e Paraná (1).

 
 



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