
Imagem ilustrativa
.

@jornaldelavras

@jornaldelavras

(35) 99925.5481
Nesta segunda-feira, dia 2 de fevereiro, o novo piso nacional de R$ 1.621 começa a ser efetivamente creditado nas contas dos trabalhadores brasileiros. O valor, que representa o esforço de recuperação do poder de compra, já aparece detalhado nos contracheques referentes ao mês trabalhado de janeiro.
O incremento de 6,79% (um acréscimo nominal de R$ 103 em relação ao valor anterior) foi estabelecido pelo Decreto 12.797/2025. Este ajuste não foi aleatório, mas sim o resultado da consolidada política de valorização do salário mínimo. O cálculo utiliza uma fórmula que garante o crescimento real da economia para o trabalhador.
Soma-se a variação da inflação medida pelo INPC ao crescimento do PIB de dois anos anteriores. Para manter a saúde das contas públicas, o reajuste respeita as travas do arcabouço fiscal, limitando o ganho real (acima da inflação) a um teto de 2,5%.
Enquanto os trabalhadores do setor privado recebem agora, os beneficiários do INSS (aposentados e pensionistas que ganham o piso) já tiveram o cronograma iniciado no dia 26 de janeiro.
O fluxo de pagamentos para quem recebe um salário mínimo segue de forma escalonada até a próxima sexta-feira, 6 de fevereiro. A organização dos depósitos é feita com base no último número do cartão de benefício (desconsiderando o dígito verificador após o traço).
Além de beneficiar diretamente quem ganha o piso nacional, o novo valor de R$ 1.621 impacta diversos outros indicadores econômicos e sociais. O valor mínimo das parcelas é ajustado conforme o piso. O teto do benefício passa a ser o novo valor vigente. Idosos e pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade passam a receber o novo montante.
.