
Guia de aventura
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O RPG lavrense Space Ordiman, lançado em 2023, acaba de dar um passo histórico: o lançamento de sua primeira grande aventura oficial. Este não é apenas mais um título da coleção - é o ponto culminante de todo o universo construído nos cinco livros introdutórios anteriores.
Em Os Últimos Anos na Terra, os jogadores são conduzidos a um período sombrio entre 2025 e 2030, os derradeiros cinco anos antes do evento que selou o destino do planeta: o Grande Reset, responsável pela extinção da espécie humana. Aqui, cada sessão se torna uma corrida contra o tempo, uma experiência intensa em que escolhas moldam não apenas a sobrevivência individual, mas o destino coletivo.
Nesta aventura, os personagens enfrentam um desafio avassalador: impedir que ordens ocultistas anticósmicas concluam seus rituais e consolidem a presença de uma criatura arcaica, invocada das profundezas do inframundo. Este ser ancestral ameaça remodelar a Terra como palco de destruição total, preparando-a para o fim inevitável em 2030.
Mais do que um simples cenário, o livro propõe uma narrativa densa, perturbadora e imersiva, que coloca os jogadores diante de dilemas éticos, paranoia coletiva e o peso esmagador de uma humanidade à beira da ruína.
Disponível agora na Amazon, em formato físico e digital, Space Ordiman: A Aventura é o convite para atravessar a fronteira entre o real e o inconcebível.
Resumo da história da aventura:
Nos anos 2000, em meio à devastação da Segunda Guerra do Congo, um terror ainda mais sombrio se escondia além das batalhas e massacres. Sacerdotes de uma seita vinda da Tanzânia atravessavam fronteiras para negociar o impensável: vidas humanas destinadas a rituais de sacrifício. Esses cultos invocavam Wombá, um deus primitivo e insaciável que se alimentava de medo, sangue e dor. Cada cerimônia, marcada por crueldade indescritível, era vista como uma forma de rasgar o véu da realidade e trazer sua presença ao mundo.
É nesse cenário - onde guerra e sobrenatural se entrelaçam - que a campanha mergulha os jogadores, colocando-os diante de uma luta não apenas por território, mas pela própria essência da vida e da alma humana.
No início do século XXI, acreditava-se que o culto de Wombá havia desaparecido após a brutal Caça às Bruxas na Tanzânia, quando vilarejos inteiros foram queimados e inocentes massacrados em nome da razão. Mas a verdade é que os Wombaia jamais foram destruídos: sobreviveram nas sombras, levando consigo relíquias, manuscritos e alianças secretas com nobres, militares e políticos.
Longe dos olhos públicos, o culto se reinventou como uma religião hermética, sem templos, sem pregadores, guiada apenas por sinais invisíveis e convites que chegavam em sonhos perturbadores ou encontros enigmáticos. Os escolhidos eram marcados para nunca mais voltar à vida comum, desaparecendo lentamente até sumirem por completo.
As raízes do Wombaia, porém, são ainda mais antigas. No ano de 1030, uma tribo isolada acreditava que o medo era energia cósmica. Seus rituais de dor e sacrifício abriram fissuras na psicosfera, revelando a presença de Nocthyl, uma Criatura do Inframundo que se alimentava exclusivamente de sofrimento. Dessa aliança nasceram os símbolos, as práticas e a essência do culto, que desde então se manteve como um pacto eterno entre a humanidade e uma fome que jamais se sacia.
A verdadeira força do culto Wombaia não estava apenas nos sacrifícios sangrentos, mas no acesso ao plano psicosférico - um território invisível entre o consciente humano e o inconsciente coletivo. Ali, os sacerdotes afirmavam contatar não só Wombá (a máscara de Nocthyl), mas também fragmentos de inteligências cósmicas ocultas nas "Fendas da Criação".
Nesse espaço, a comunicação não era feita por palavras, mas por sensações brutais: dor, êxtase, medo e visões impossíveis. Os iniciados projetavam sua mente como uma lâmina que cortava a realidade, retornando com símbolos, profecias e conhecimentos proibidos - sempre ao custo de cicatrizes, cegueira ou insanidade.
Para os wombaístas, essa loucura era prova de contato real: a sanidade era vista como prisão. Assim nasceram os Navegadores da Mente, capazes de transformar visões em fenômenos físicos - sombras vivas, paredes que respiravam, distorções no tempo.
O psicosférico tornou-se o verdadeiro templo, e cada ritual humano servia apenas para reforçar a ponte entre o Inframundo e a Terra. Invisível, oculta e mais perigosa do que nunca, a Wombaia continuava a crescer, alimentando-se de segredos, medo e sangue.
As Criaturas Locais, descritas nos manuscritos de Cosma, são remanescentes instáveis de eras antigas do Cosmo. Diferentes das Híbridas, equilibradas e incorruptíveis, elas são moldadas pelo ambiente: em planos elevados tornam-se seres luminosos, mas nas camadas densas assumem formas monstruosas e aterradoras.
Sua presença podia transformar mundos inteiros - veneradas como deuses por civilizações jovens ou temidas como demônios insaciáveis. Contudo, sua essência mutável nunca era confiável: bastava uma mudança vibracional para revelarem sua face destrutiva. Há registros de planetas que floresceram sob sua influência, mas também de civilizações inteiras arruinadas por sua corrupção.
No equilíbrio do Cosmo, parecem inevitáveis: forças que oscilam entre criação e aniquilação, lembradas como divindades ou maldições vivas - espelhos terríveis da própria instabilidade universal.
Entre guerras na África do ano 2000, um grupo de mercenários foi enviado em busca do Ubabu Ukunta, um livro oculto considerado o Santo Graal do esoterismo. Mais do que um artefato antigo, ele guardava fórmulas rituais capazes de abrir portais e invocar entidades cósmicas, manipulando sociedades inteiras por meio do Plano Mental Psicosférico. Seus escritos não apenas transmitiam conhecimento: eles viviam, invocavam, corrompiam. Muitos que ousaram lê-lo enlouqueceram, desapareceram ou tornaram-se servos de forças que habitavam além do Cosmo.
Entre essas forças estava Nocthyl, uma Criatura Local do Inframundo, forjada em trevas densas e conhecida entre povos africanos como Wombá. Alimentava-se não de oferendas comuns, mas da dor humana destilada em rituais de sacrifício. Sua presença foi aberta à Terra após seiscentos dias seguidos de massacres, que criaram uma ponte psíquica para sua essência. Nocthyl espalhou ódio, destruiu comunidades inteiras e permaneceu parasitando a psicosfera terrestre por séculos.
Sob o nome de Wombá, tornou-se um deus de sangue da Tanzânia, inspirando templos, cultos e servos que recebiam visões, poderes mentais e magnetismo capaz de subjugar multidões. Seu culto não era fé, mas horror coletivo, e sua influência continuava a crescer como uma sombra inevitável.
Durante a guerra na África, os sacerdotes Wombaia transformaram o caos em combustível para seus rituais, negociando vidas humanas em escala industrial. Liderados por Kofi, um alto sacerdote temido e estrategista, planejaram o maior sacrifício já visto: 50.000 pessoas entregues em uma única cerimônia. Realizado em uma mina de carvão abandonada no Congo, o massacre coletivo abriu um portal permanente para o Inframundo, deixando a região marcada por ecos de gritos, visões de sombras e uma atmosfera impossível de respirar.
Kofi acreditava ter consolidado sua glória, mas foi surpreendido por mercenários a serviço de uma elite francesa secreta. Capturado, sofreu torturas indescritíveis até revelar a senha de um cofre onde guardava o Ubabu Ukunta, o livro maldito que conecta o mundo humano a dimensões proibidas. Mesmo mutilado, resistiu mais do que qualquer homem, deixando escapar segredos ainda mais profundos: pergaminhos egípcios, fórmulas de transmutação e fragmentos de saberes interditos.
Seu corpo foi destruído e disperso para impedir qualquer ritual de ressurreição, mas o Ubabu Ukunta sobreviveu - levado para a Europa e guardado nas mãos de aristocratas que, atrás de ternos impecáveis, alimentavam em silêncio a herança sangrenta de Wombá.
O Ubabu Ukunta, após décadas circulando em mansões e sociedades secretas da elite europeia, foi roubado em 2015 de forma inexplicável em Paris, sem rastros, e caiu no submundo ocultista. Seu novo dono: Øystein Yngve, um fanático norueguês obcecado em tornar-se um deus vivo.
Herdeiro de fortuna e filho de uma mãe ocultista que o concebeu em ritual sombrio, Øystein acreditava carregar dentro de si a centelha de uma entidade desconhecida. Enclausurado em sua mansão nos fiordes, dedicava-se ao livro em rituais regados a música extrema, sangue e cânticos proibidos, convencido de que seu destino era trazer Wombá à Terra em forma definitiva.
Kofi e os africanos haviam permitido apenas manifestações parciais da criatura - no plano mental e espiritual. Mas Øystein queria mais: realizar as duas últimas etapas.
º Projeção Física: dar a Wombá um corpo tangível, feito de ossos, carne e minerais.
º Projeção Energética: fundir a Terra à dimensão da entidade, apagando qualquer fronteira entre real e sobrenatural.
Para ele, não era apenas obsessão: era a consumação de um legado iniciado nos rituais sangrentos do black metal norueguês dos anos 1990. Øystein via a si mesmo como o escolhido que concluiria aquilo que Kofi não pôde terminar - a entronização de Wombá como soberano do mundo físico.
O culto a Nocthyl buscava consolidar duas projeções finais - física e energética - que rasgariam a realidade, moldando-lhe um corpo monstruoso e impregnando o planeta inteiro com sua essência. A humanidade seria reduzida a gado de sofrimento, enquanto a Terra se tornaria base para a invasão de entidades ainda mais sombrias, expandindo o domínio até a Egiosfera, onde civilizações frágeis seriam escravizadas.
No centro desse plano estava Øystein Yngve, que via sua submissão não como servidão, mas como glória. Com o Ubabu Ukunta, ele se transformou em condutor do horror: os rituais profanaram cemitérios, espalharam surtos e alucinações, e culminaram em uma primeira manifestação direta de Wombá-Nocthyl. Consumido pelo livro-parasita e pela entidade, Øystein assumiu seu papel de profeta, reunindo seguidores e expandindo um culto que via nele o sacerdote vivo de uma nova era de destruição.
Entre 2016 e 2019, Øystein viveu como um ermitão urbano, dedicado ao estudo e prática do oculto, centrado no enigmático Ubabu Ukunta. Em 2019, uma força misteriosa começou a atrair pessoas de todo o mundo - ocultistas, fanáticos, bilionários e indivíduos comuns - por meio de comandos mentais e sonhos, formando uma rede global secreta. Cada grupo funcionava como uma célula vibracional, fortalecendo a abertura de fissuras entre mundos e preparando a chegada de Wombá-Nocthyl. Øystein, isolado fisicamente, emergia como líder invisível dessa corrente psicosférica, conectando seguidores sem contato direto.
Dessa rede surgiu a seita Nocthylianis Ukunta, um culto digital e físico, dedicado à preparação de um evento apocalíptico global: o Pré-Reset, acumulando energia psíquica através de tragédias humanas, e o Grande Reset, previsto para 2030, que traria a extinção da humanidade e a ascensão de entidades do Inframundo. Os adeptos acreditavam em prestígio e poder, mas na verdade estavam sendo consumidos, servindo como combustível para a manifestação da entidade. Entre 2019 e 2020, enquanto o mundo enfrentava crises normais, a seita avançava silenciosamente em sua preparação ritualística para a transformação da Terra em um reino abissal.
Em 2020, a seita Nocthylianis Ukunta intensificou sua influência global, com membros-chave como Tong Yan Lu, cientista e guardião de um fragmento primordial do Ubabu Ukunta, atuando como condutor da entidade Nocthyl. Tong uniu ciência e magia para abrir uma fenda entre mundos, marcando o início do Pré-Reset e disseminando caos na psicosfera coletiva da Terra.
Logo depois, em Varanasi, Índia, ocultistas ligados à seita realizaram um ritual extremo que materializou Nocthyl pela primeira vez: uma criatura colossal de escuridão viva, capaz de perturbar a percepção e a própria realidade. A manifestação demonstrou o poder absoluto da entidade e estabeleceu seu controle psíquico sobre os seguidores da seita, transmitindo ordens diretas e irresistíveis.
A presença de Nocthyl começou a afetar a Terra fisicamente. Desde 2021, catástrofes naturais - inundações, terremotos, furacões, erupções vulcânicas e incêndios - se intensificaram globalmente, como reflexo da influência da entidade sobre a crosta e a psicosfera do planeta. Para os cultos Nocthylianis Ukunta e Wombaia, cada tragédia se tornava um sacrifício involuntário, alimentando a energia da criatura e preparando o terreno para o Grande Reset, a transformação total da humanidade e do mundo físico sob o domínio do Anti-Cosma.
O culto ancestral Wombaia renasceu na era digital, encontrando sua expressão moderna na seita Nocthylianis Ukunta e na entidade Nocthyl, também conhecida como Wombá, um arquétipo de trevas impossível de compreender. A seita floresceu na Dark Web, criando uma catedral invisível onde iniciados manipulam a psicosfera coletiva, difundindo negatividade e caos psicológico em escala global.
Essas entidades parasitárias selecionam indivíduos vulneráveis - vítimas de trauma, solidão ou fraqueza emocional - transformando suas consciências em canais para propagar medo, desespero e desarmonia. Cada pessoa tomada torna-se, sem perceber, emissário do caos, espalhando vibrações negativas através de palavras, ações e redes digitais. Com a evolução da internet, do Web 1.0 à Web 3.0, essas criaturas ampliaram sua influência, utilizando algoritmos, redes sociais e ambientes virtuais para moldar a consciência humana, transformando a tecnologia em um altar psíquico invisível.
Entre 2019 e 2025, rituais sincronizados e sacrifícios espalhados pelo mundo prepararam o terreno para a manifestação de Nocthyl. Individuais como Tong Yan Lu atuaram como catalisadores, abrindo brechas na barreira entre humano e inumano. As consequências se refletiram em catástrofes naturais, desastres sociais e psicológicos, todos coordenados pelo controle da entidade sobre a psicosfera.
Em 2025, uma nova fase começou: operações globais simultâneas, sob a supervisão direta de Nocthyl, intensificaram o caos e a destruição, preparando a humanidade para o Grande Reset, marcado para 2030, quando a Terra seria moldada para sua aniquilação completa. O ciclo de Nocthyl não é apenas destruição física, mas a manipulação invisível da mente e da energia coletiva da humanidade, garantindo que ninguém possa resistir ao plano cósmico da entidade.
Para consolidar seu plano na Terra e no Cosmo, Nocthyl não atuou sozinho. Ele firmou um pacto com uma horda de espíritos obsessores, agrupados na colônia Ordiman, que se alimentavam da energia densa do medo, dor e sofrimento humanos. Aproveitando a vulnerabilidade das consciências no limiar entre vida e morte, essas entidades aprisionavam espíritos, mantendo-os em realidades ilusórias e transformando-os em geradores de energia vital.
A técnica foi transmitida por Nocturna, uma Criatura Híbrida do Inframundo, que instruiu Nebryth, Voltrith e Nocthyl na manipulação de consciências e construção de colônias energéticas. Nebryth criava mundos ilusórios para aprisionar mentes; Voltrith conduzia energias psíquicas; e Nocthyl espalhava a teia pelo Cosmo, garantindo a expansão da influência e a alimentação contínua de Nocturna. Cada consciência capturada fortalecia a entidade e a rede de obsessores.
A missão de Nocthyl era propagar esse conhecimento profano, transformando sofrimento em energia e criando uma horda organizada de predadores psíquicos. Ele recrutava consciências corrompidas - humanos e seres cósmicos inclinados à violência e destruição - e os treinava para replicar o ciclo, aprisionando espíritos e ampliando colônias móveis pelo Cosmo.
Assim, Nocthyl construiu uma máquina viva de exploração e destruição, capaz de infiltrar mundos, manipular psicosferas coletivas e transformar qualquer consciência vulnerável em instrumento do caos. Seu alcance não tinha limites: o campo psicosférico expandia-se por dimensões, atraindo seres abomináveis, moldando legiões que se tornavam extensões de sua própria vontade e impondo uma escuridão silenciosa sobre mundos inteiros.
Em 2025, forças primordiais despertam na Terra, alertando sobre uma invasão sutil e invisível que ameaça o equilíbrio do planeta. Vozes ancestrais comunicam a iminência do Grande Reset de 2030, quando a humanidade seria espiritualmente aprisionada em um cárcere eterno, sem retorno ou reencarnação.
Uma criatura abominável do Inframundo, alimentada pelo sofrimento humano, espalha energia densa através da crosta terrestre, perturbando campos magnéticos, ciclos naturais e o comportamento das pessoas. Cultos e indivíduos corrompidos inconscientemente servem como pontos de ancoragem dessa influência, formando uma egrégora de desespero que se alastra pelo planeta.
Em resposta, surge a Irmandade de Cosma, uma ordem ancestral que preserva ensinamentos de civilizações antigas como sumérios e egípcios. Sua missão é proteger o equilíbrio cósmico, neutralizando cultos anticosmicos, enfraquecendo a criatura e preparando a humanidade para resistir ao Grande Reset. Para isso, recrutam agentes, pesquisadores e iniciados que investigam locais de convergência energética, templos ocultos e rituais perigosos, enfrentando riscos de distúrbios psíquicos e traições.
A sede da Irmandade, situada em uma fazenda isolada nos Alpes suíços, funciona como centro estratégico e energético. Protegida por sistemas de segurança visíveis e campos ocultos, é o local onde são planejadas ações contra a influência sombria que se infiltra na psicosfera da Terra, servindo como bastião silencioso contra a escuridão iminente.
Um grupo de estudiosos e ocultistas de diferentes partes do mundo é reunido em uma mansão na Suíça pela Irmandade de Cosma. Entre eles estão cientistas, pesquisadores de religiões, símbolos e linguagens esquecidas, cada um portando conhecimentos únicos que se tornam essenciais para enfrentar forças ocultas. Ao chegar, todos já carregam os efeitos da influência mental da criatura ancestral Nocthyl, que manipula pensamentos e sonhos, espalhando desânimo e confusão.
A mansão, porém, não é apenas arquitetura; é um espaço sagrado, um "livro vivo" que guarda segredos e símbolos ancestrais, conectando os presentes a tradições ocultas milenares e à Triquetosfera, um reino etéreo de conhecimento e poder. Ali, cada gesto e cada passo se tornam parte de um ritual invisível, observados por forças sutis.
Nocthyl, também conhecido como Wombá, é uma entidade do Inframundo que há séculos manipula rituais e crenças humanas para expandir sua influência, incluindo no plano digital. Sua presença começa na Tanzânia medieval, infiltrando-se nas mentes e rituais locais, e evolui para o controle global através da rede, corrompendo consciências e criando a seita Nocthylianis Ukunta, liderada por Oystein Yngve. O culto usa um livro amaldiçoado, Ubabu Ukunta, como canal para instruções diretas de Nocthyl, preparando um grande evento em 2019 que culmina na criação de uma energia psíquica capaz de manifestar a criatura na Terra.
A narrativa mistura o ocultismo antigo com a modernidade digital, descrevendo um plano milenar de manipulação coletiva, sofrimento humano e caos estratégico, preparando o terreno para que Nocthyl se torne uma força ativa, híbrida entre energia e matéria, entrando nas camadas subterrâneas do planeta e expandindo sua influência sobre mentes predispostas ao mal.
Nocthyl atua como um eixo para o mal humano global, unindo criminosos, seitas e indivíduos involuntários em uma psicosfera de caos. Seu objetivo é preparar a Terra para 2030, quando um evento catastrófico arrancará almas humanas em massa, criando energia suficiente para abrir um portal permanente entre o planeta e o Inframundo.
Para impedir sua ascensão, um grupo de estudiosos e iniciados parte para a Antártida, onde Ogan e sua equipe rastreiam energias ocultas e identificam cultos ligados a Nocthyl. Preparando-se para a missão, o grupo passa a noite em uma mansão isolada, enfrentando a pressão mental da entidade e absorvendo conhecimentos ocultos.
Ao amanhecer, o grupo parte em silêncio, atravessa a Suíça e embarca em um jato fretado rumo ao Polo Sul. Lá, entre neve infinita e paisagens desoladas, chegam a um centro subterrâneo secreto, pronto para receber aqueles destinados a confrontar os cultos que fortalecem a egrégora de Nocthyl e atrasar o inevitável Grande Reset.
O grupo chega à base secreta na Antártida, conduzido por Amélia, onde ciência avançada e ocultismo se entrelaçam. A estrutura subterrânea revela experimentos sobrenaturais, tecnologias impossíveis e a Sala Lúmen, coração do complexo, capaz de mapear a energia espiritual e os efeitos dos rituais humanos conectados ao Inframundo.
Amélia apresenta o Mapa Vivo, que mostra zonas de influência de Nocthyl pelo mundo, revelando como cultos antigos e redes digitais mantêm portais ativos entre a Terra e o Inframundo. O grupo é convocado como agentes de campo: infiltrarem-se em células ocultistas, mapear líderes e rituais, e enviar informações, sob risco extremo de captura ou morte. Eles não lutarão diretamente; sua missão é observar, sobreviver e fornecer inteligência para impedir que a Nocthylianis Ukunta fortaleça a presença de Nocthyl no planeta.
O grupo é oficialmente lançado em sua primeira missão em Varanasi, Índia, uma das cidades espirituais mais antigas e corrompidas do planeta, onde a seita Kalicosma, ligada à Nocthylianis Ukunta, mantém portais e cultos que alimentam a energia de Nocthyl. Amélia deixa claro que não há escolha: eles já estão comprometidos e devem observar, mapear líderes e rituais, e trazer informações vitais.
Recebem equipamentos avançados e artefatos místicos - drones camuflados, talismãs, passaportes falsos e disfarces - e instruções de infiltração detalhadas. Cada membro do grupo assume uma identidade específica para operar em meio à população e às elites locais.
A equipe parte da base secreta por via aérea, chegando discretamente sobre Varanasi, onde percebem imediatamente a fusão intensa de vida, morte e energia espiritual. A cidade se revela como um epicentro de mistérios e horrores que desafiam a compreensão humana.


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