
Queimada criminosa ocorrida no bairro São Vicente nesta sexta-feira, dia 23
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Neste mês de agosto, todo o estado de Minas Gerais está vivendo os efeitos de estiagem e onda de calor que assolam diversos estados brasileiros. Na última semana, houve registros de queimadas e incêndios no Parque Nacional da Serra do Cipó, e em unidades de conservação estaduais, como o Parque do Itacolomi, em Ouro Preto, região Central, e na Serra da Moeda, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).
Em Lavras não está sendo diferente: queimadas na zona rural e na mancha urbana deixam estão deixando o ar irrespirável e com partículas de fuligem que afetam a saúde de todos, principalmente crianças e idosos.
Nesse momento, com mais de 90 dias consecutivos sem chuvas significativas, com temperatura alta e umidade relativa do ar muito baixa, o cenário de incêndios se agrava. Outras ocorrências em unidades de conservação (UC) estaduais também se desenrolam e contam com as atuações de forte efetivo do Corpo de Bombeiros e das equipes da Força Tarefa Previncêndio (contratados emergencialmente através de editais do Estado), entre servidores do IEF (Instituto Estadual de Floretas) e brigadistas.
Queima de lixo próximo às áreas protegidas, além de guimbas acesas de cigarro e até mesmo ação proposital são alguns dos exemplos de como grandes incêndios podem ser provocados, colocando em risco uma vasta biodiversidade.
Em casos de incêndios provocados por vândalos, o procedimento correto é denunciar os responsáveis através dos telefones 190 (Polícia Militar) e 193 (Corpo de Bombeiros). Não é necessário se identificar.
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