
Imagem da abertura das Olimpíadas
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O mundo todo aguardava com expectativa a cerimônia de abertura das Olimpíadas na França, na sexta-feira, dia 26, isso porque era a primeira vez que a festa fugiu do tradicional e foi organizada fora de um estádio: foi um evento inovador que teve como cenário o rio Sena, que corta a capital francesa.
O espetáculo que teve como protagonistas 205 delegações que desfilaram em diversos barcos e lanchas, com a multidão aplaudindo, teve um momento muito especial: o desfile do Comitê de Atletas Refugiados.
No entanto, um momento específico provocou muita repercussão, ofuscando o que seria um espetáculo perfeito. O momento tem sido entendida como uma sátira a Última Ceia, em que Jesus Cristo e seus doze apóstolos compartilham uma refeição antes da crucificação.
A Santa Ceia retratada com perfeição por Leonardo da Vinci, uma das pinturas mais famosas do mundo, pintada entre 1494 e 1498, que representa a última ceia de Jesus, foi encenada com a introdução do deus Baco, ou Dionísio, considerado pelos povos antigos o deus do vinho e das vinhas, porém, sua origem conta algumas versões diferentes. Baco é fruto do adultério de Zeus com a mortal Sêmele, de acordo com a mitologia.
A encenação foi criticada em todo mundo. A igreja católica chamou de "escarnio" e de "zombaria do Cristianismo". A repercussão foi muito negativa e teve reação de diversos setores da igreja católica em todo o mundo.
O Jornal de Lavras escolheu um vídeo em que o padre Juarez de Castro, um dos padres mais conhecidos no Brasil, falou em uma missa que celebrava, em São Paulo, sobre o episódio. O padre Juarez de Castro é lavrense, filho do ex-prefeito Silvio Dâmaso de Castro e Maria Helena Reis Castro. Confira o vídeo:
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