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Publicada em: 08/12/2014 14:12 - Atualizada em: 08/12/2014 19:29
Há 45 anos e há 35 anos, morriam dois lavrenses de expressão
Um era deputado e o outro militar que liderou um movimento que mudou a política no Brasil

Placa de denominação de avenida na cidade de Uberaba, no Triângulo Mineiro. Foto extraída do blog: saibavivercomhiv.blospot.com

 

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Dia 8 de dezembro é a data em que morreram dois lavrenses ligados ao mundo político, foram duas mortes que tiveram repercussão em todo o Estado.

A primeira aconteceu no dia 8 de dezembro de 1969. Está fazendo hoje 45 anos que o deputado José Marcus Cherem, lavrense radicado em Uberaba, faleceu. Sua morte foi sentida em todo o Estado, sobretudo em Lavras e Uberaba, onde era radicado. José Marcus Cherem foi também diretor do Departamento de Assistência aos Municípios, onde prestou relevantes serviços a Lavras e toda Minas Gerais. Em Lavras ele ganhou nome de rua e em Uberaba, uma das principais avenidas daquela cidade recebeu a denominação de avenida Deputado José Marcus Cherem.

Além da avenida, o parlamentar lavrense recebeu outras homenagens no Triângulo Mineiro, uma delas, a mais recente, foi em 1986, quando ocorreu a mudança de nome da escola municipal "Capelinha", criada através de um projeto de lei do então vereador de Uberaba José Marcus Cherem. A escola ganhou, em 1986, o nome do deputado, quando eram lembrados os 17 anos de sua morte.

Dez anos depois da morte do parlamentar lavrense, morre em Belo Horizonte o coronel da Polícia Militar Silvio de Souza, um dos quatro líderes do Comando Geral da Revolução de 31 de março de 1964, movimento deflagrado em Minas Gerais.

O coronel Sílvio era lavrense, nascido em 20 de agosto de 1924, ingressou na Polícia Militar através do 8º Batalhão como soldado e chegou a Chefe do Estado Maior da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais. Além de militar exemplar, o coronel Sílvio foi um grande esportista, foi jogador da Associação Olímpica de Lavras, do Fabril Esporte Clube e do Tiradentes, time de futebol do 8º Batalhão.

O coronel Sílvio de Souza exercia, no ano de sua morte, o cargo de diretor executivo do ICBEU (Instituto Cultural Brasil Estados Unidos), em Belo Horizonte. Em sua homenagem, aquele Instituto deu o nome de "coronel Sílvio" a sua galeria de arte. O coronel Silvio morreu no dia 8 de dezembro de 1979. 

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