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Publicada em: 05/10/2010 20:45 - Atualizada em: 06/10/2010 10:27
Foi denúncia que levou a Polícia Federal ao comitê de Fábio Cherem
Vereador Marcos Cherem conversou com a reportagem do Jornal de Lavras e esclareceu episódio da presença da Polícia Federal no comitê do deputado eleito Fábio Cherem.

     

        Vereador Marcos Cherem, irmão do deputado eleito Luiz Fábio Cherem

 

Uma viatura e agentes da Polícia Federal no comitê político do deputado eleito Luiz Fábio Cherem, na noite de domingo, dia da eleição, provocou uma série de questionamentos e dúvidas por parte dos lavrenses. A reportagem do Jornal de Lavras conversou com um dos agentes e, segundo ele, a PF estaria recolhendo documentos que seriam analisados pela Justiça Eleitoral.

A reportagem do jornal apurou também que as investigações tiveram início na cidade de Nepomuceno. Segundo um partidário do deputado eleito, tudo partiu de uma denúncia infundada de um político daquela cidade. A Polícia Federal permaneceu no comitê de Fábio Cherem, em Lavras, por cerca de cinco horas.

O irmão do deputado eleito, o vereador Marcos Cherem, falou com a reportagem do Jornal de Lavras na terça-feira; segundo ele, a Polícia Federal realizou duas diligências em Comitês de Campanha de Fábio Cherem em Nepomuceno e Lavras nos dias 2 e 3, por determinação do Juiz Eleitoral daquela cidade.

O vereador Marcos Cherem disse que foram fornecidos documentos e contratos para amplo exame pelos agentes, demonstrando a regularidade na campanha. "Demonstramos a regularidade e lisura com que o candidato conduziu sua campanha vitoriosa ao cargo de deputado estadual", disse.

A presença da PF deflagrou uma serie de boatos, principalmente por parte de adversários direto de Fábio Cherem na eleição. Na reunião da Câmara, o vereador Marcos Cherem disse que a PF havia expedido dois documentos que afirmavam não ter encontrado irregularidades durante as visitas aos dois comitês. Um partidário de outro candidato interferiu no pronunciamento e solicitou que o vereador mostrasse os documentos.

O vereador Evandro Castanheira Lacerda, presidente da Câmara, agiu com prudência e disse que o Regimento Interno da Casa não permitia a interferências do plenário durante as reuniões, evitando um desconforto para os vereadores e para os familiares do deputado eleito, que se encontravam no plenário.

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