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Publicada em: 01/09/2012 11:42 - Atualizada em: 04/09/2012 07:38
EDITORIAL: O Cavalo de Tróia desta eleição municipal
Este editorial é a concretização do direito de resposta às agressões sofridas pela equipe do Jornal de Lavras esta semana.

Imagem ilustrativa: Cavalo de Tróia

 

Siga-nos no Twitter: @jlavras

No domingo, dia 26, o jornal Estado de Minas publicou uma matéria sobre o direcionamento do investimento na malha ferroviária feito pelo governo federal, destacando a quase inexistência de destinação para Minas Gerais. O Jornal de Lavras, baseado nestas informações, publicou, no mesmo dia, a notícia "Perdemos o trem, vamos ter que esperar mais alguns anos" (Clique aqui para acessá-la), enfocando o reflexo da decisão do governo em Lavras e Ribeirão Vermelho.

No mesmo dia, um blogueiro da cidade, de nome César Mori, publicou que "Minas não perdeu o trem, foi o Jornal de Lavras que perdeu a imparcialidade e talvez a vergonha". No texto, o blogueiro deixa claro que pensou que as informações eram uma "invenção" do Jornal de Lavras, e insanamente publicou até mesmo os motivos que nos levou a inventar. Utilizando palavras extremamente grosseiras, atitude característica daquele blogueiro, ele fez uma série de ataques ao jornalista responsável pelo Jornal de Lavras.

Em resposta a isso, ou melhor, utilizando nosso direito de resposta, segue a publicação do editorial que, como tal, expressa a opinião da equipe deste Jornal.

Fizemos isso por quatro motivos: primeiro, por ser um direito. O direito de resposta está garantido no artigo 5º da Constituição da República.

Segundo, por entender que este ataque foi à imprensa como um todo, porque discordar de matérias e informações é um direito do leitor, mas ataques agressivos e pessoais aos jornalistas não devem ser tolerados.

Terceiro, para expormos que não inventamos as informações ali expostas, foi uma adaptação para a realidade local de uma notícia publicada por um órgão de imprensa de nível estadual.

E, por fim, para alertar àqueles que ainda mantém, acham útil e dão espaço, inclusive  em seus perfis de Facebook, àquele blogueiro, isso porque aqueles que derem voz às suas insanidades poderão ser responsabilizados civil e criminalmente juntamente com ele, como já começou a acontecer.

Ele, que inclusive é assessor municipal, com sua atitude extremamente agressiva, pode colocar em risco a campanha de Silas Costa Pereira, candidato da situação, caso não forem tomadas providências de afastá-lo imediatamente.

Este editorial foi publicado originalmente no jornal impresso LavrasNews, edição deste sábado, dia primeiro de setembro.

 

EDITORIAL

O Cavalo de Tróia desta eleição municipal

Os dicionários e enciclopédias trazem uma simples e curta definição de política: "Política é a habilidade para tratar das relações humanas com o objetivo de obter os resultados desejados". Ainda, segundo os dicionários, "é a ciência dos fenômenos referentes ao Estado. Um sistema de regras relativas à direção dos negócios públicos". Em outras palavras, é a forma como os seres humanos se organizam e como o poder é distribuído entre eles.

Na política há também o outro lado, o lado do submundo, aquele que não tem definição nos dicionários - não para ser associado à política - mas ele existe e é um gerador de empregos, é o lado que acolhe aqueles que são usados para fazer o "serviço sujo". Estes são conhecidos, são pessoas que transitam de um lado para o outro. Um exemplo deste tipo de "gente" é César Mori Júnior, que foi resgatado da lata de lixo do ex-prefeito Carlos Alberto Pereira, depois que foi usado para denegrir a imagem da atual prefeita Jussara Menicucci na Rádio Cultura.

César Mori chegou a Lavras com a promessa de fundar aqui o Partido Federalista. Procurou a imprensa e foi bem recebido. Depois, por razões desconhecidas, não conseguiu fazer o que prometeu e fracassou.

Mais tarde ele foi usado para fazer o papel que qualquer pessoa de bem tem vergonha de fazer, o de denegrir a imagem dos outros, de atacar as pessoas de forma grosseira. Este papel  de mau caráter ele desempenhou bem para o ex-prefeito. Na época não faltavam adjetivos para César Mori atacar a prefeita Jussara. Palavras como: "desonesta e incompetente" faziam parte de seu vocabulário que hoje é usado para atacar outras pessoas.

Foi demitido por razões desconhecidas e passou a atacar o ex-prefeito de forma velada, sem ter coragem de se voltar contra o ex-chefe; isso também por razões que não conhecemos.

Depois disso mudou o foco, prometeu fundar aqui um museu ferroviário e teve, mais uma vez, o apoio da imprensa da cidade, mas por razões desconhecidas, ainda não conseguiu fazer o que prometeu. Fracassou.

Outra promessa que também foi bem aceita  e acreditada pela imprensa e amplamente divulgada foi a reforma da locomotiva da praça Dr. José Esteves. Ele também não a cumpriu. Na época César Mori preparou um grande aparato, levou para a praça máquina de jato d'água, vassouras, lixas e outros apetrechos, tudo foi mostrado para a imprensa. Após o apagar dos holofotes, todo o material foi guardado de favor, num posto de gasolina por um longo período. Mais uma vez não conseguiu cumprir o que prometeu e mais uma vez fracassou.

Depois foi a vez do trem de turismo. Resolveu investir em Ribeirão Vermelho, mas não teve sucesso. Em Lavras também ainda não conseguiu e dificilmente alguém se arriscará a associar seu nome ou o de sua empresa a algum projeto de César Mori, embora todos estejamos torcendo pela volta do trem turístico. Acreditamos, inclusive, que sua participação neste projeto, devido à sua maneira agressiva de atuar e habilidade para desagregar, pode vir a atrapalhar o desenrolar do processo.

Mas sejamos justos: César Mori é um especialista em desagregar, em afastar pessoas, um especialista em criar situações inimagináveis, como por exemplo, atribuir a responsabilidade da tromba d'água que desabou sobre Lavras na noite do dia 8 e madrugada do dia 9 de janeiro deste ano, à Universidade Federal de Lavras (Ufla). Ele, através de sua mente doentia, tentou macular a imagem de uma das maiores instituições de ensino do País, atribuindo a ela a responsabilidade da tragédia que se abateu sobre a Zona Norte da cidade.

No último domingo, o jornal Estado de Minas publicou uma matéria sobre o descaso do governo federal com Minas Gerais no que tange a recuperação da malha ferroviária em nosso Estado. O Jornal de Lavras publicou a matéria e chamou a atenção para Lavras e Ribeirão Vermelho. Isso foi o suficiente para que César Mori desviasse sua bateria de ataques descomedidos para o responsável pelo jornal.

Com palavras grosseiras, César Mori atacou a reportagem do jornal, misturou a edição online do Jornal de Lavras com o LavrasNews impresso, que são absolutamente desvinculados, e fez uma ligação entre a notícia do jornal Estado de Minas, publicada no Jornal de Lavras, à família Cherem. Segundo ele, o jornal online é mantido pelos irmãos Cherem e, por esta razão, publicou a notícia, que ele imaginou que fosse criação do Jornal de Lavras, isso porque, segundo ele, não fomos "convidados para passear no trem".

A imprensa não necessita de convite, se acreditássemos nele – César Mori – teríamos comparecido e divulgado a notícia do passeio, que mais uma vez afirmamos não foi um projeto dele, mas um passeio oferecido pela Companhia Vale.

César Mori é um colecionador de inimigos, um fracassado, um tipo de indivíduo que não tem mais espaço na cidade e que tenta, a todo custo, se manter no emprego que ganhou para fazer o "serviço sujo da política".

O papel que César Mori está desempenhando pode ser chamado de logística reversa. Seus ataques de ódio, agressivos e descomedidos aos políticos e às pessoas tem tido efeito contrário. Ele tem se saído, na verdade, um cabo eleitoral do candidato de oposição, já que é comum ouvirmos pelas ruas que o candidato da situação perderá o voto do eleitor por causa da atuação de alguns assessores municipais, dentre eles e, principalmente, Cesar Mori. Ele é, portanto, um cavalo de tróia que, ao contrário do fato histórico, que foi enviado pelo inimigo para aniquilar, ele se enviou, conseguiu se instalar e está aniquilando a imagem da prefeita e de seu candidato.

Este editorial é um "direito de resposta" ao publicado por César Mori em seu blog. Preferimos publicar aqui por acreditar que seu blog, assim como seu autor, não tem a credibilidade necessária para veicular qualquer tipo de informação idônea.

 

Eduardo Cicarelli

Jornalista – redator e editor do Jornal de Lavras

 

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