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Publicada em: 09/08/2011 07:55 - Atualizada em: 09/08/2011 20:30
Assassinato em Lavras: "Bugio" foi a terceira vítima de homicídio deste ano
Ex-detento morre com o crânio esmagado por pedra e ainda leva quatro tiros, três nas costas e um na nuca.

     

Corpo sendo recolhido pela Funerária Carvalho. Abaixo, sangue e materiais usados para matar "Bugio". Fotos: Jornal de Lavras

 

A semana começou agitada em Lavras e a cidade registrou o seu terceiro homicídio este ano, o terceiro homicídio ligado diretamente às drogas. Eram 23h50 de segunda-feira, dia 8, quando o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), foi acionado por uma pessoa que não quis se identificar dizendo que na rua Ivo Oliveira Nascimento, no bairro Jardim Alterosa, havia uma pessoa caída e com muito sangramento.

Uma viatura se dirigiu para o local e os militares depararam com Gilberto das Dores Carvalho, 32 anos, conhecido como "Bugio", possuidor de extensa ficha policial, sendo ex-detento. "Bugio" estava deitado com o crânio deformado, mas ainda apresentava sinais vitais.

Imediatamente a PM acionou o Corpo de Bombeiros, que o conduziu até a Unidade Regional de Pronto Atendimento (Urpa), mas ele deu entrada já sem vida. Gilberto havia perdido muito sangue e massa encefálica, ocasionados pela agressão que havia sofrido.

Além da deformidade da caixa craniana e da perda aguda de sangue, Gilberto tinha quatro perfurações nas costas e na base da cabeça, provocadas por disparo de revólver calibre 38. Testemunhas contaram à polícia que, antes dos tiros, ouviram barulhos de pessoas correndo e de telhas quebrando, telhas que também foram usadas para bater na cabeça da vítima.

Uma das testemunhas disse que viu quando o agressor, que havia batido com a telha na cabeça da vítima, efetuou em torno de cinco disparos, depois pegou uma grande pedra e arremessou sobre a cabeça da vítima por duas vezes, o que causou o esmagamento da caixa craniana e do rosto de Gilberto das Dores Carvalho.

Após cometer o crime, o agressor, um rapaz magro, moreno e trajando blusa roxa, calça azul e boné vermelho, fugiu tomando rumo da Vila Bandeirantes. Segundo familiares de Gilberto, ele estava tendo problemas com traficantes relacionados à dívida de droga. Um nome de um suspeito foi levantado pelos militares e a investigação caberá agora à Polícia Civil.

O perito Daniel Barbosa, da 1ª Delegacia Regional, do 6º Departamento de Polícia Civil, com sede em Lavras, compareceu ao local e realizou os trabalhos de praxe. No local, além da pedra usada para ser jogada na cabeça da vítima, foram encontrados cacos de telhas, muito sangue e massa encefálica.

 

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