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Publicada em: 25/07/2020 13:59 - Atualizada em: 25/07/2020 16:44
Empresária denunciada pela Prefeitura de Lavras deixou o presídio de Elói Mendes para cumprir prisão domiciliar
A Justiça concedeu a ela o direito de prisão domiciliar até que seja apurada a denúncia do MP. O marido dela e o sócio do casal continuam preso

Imagem ilustrativa de material de baixa qualidade

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A empresária que foi presa depois de uma denúncia da Prefeitura de Lavras ao Ministério Público, sobre uma venda de máscaras de proteção individual contra a Covid-19 de baixa qualidade, diferente da que foi apresentada no dia da licitação pública, foi liberada na manhã de hoje do presídio da cidade de Elói Mendes, onde estava presa desde quinta-feira, dia 23.

Ela teve a prisão domiciliar concedida pela Justiça e está em casa, na cidade de Varginha.

O marido da empresária e um amigo do casal seguem detidos no presídio de Elói Mendes, onde todos os presos da região do Sul de Minas ficam durante os primeiros dias de quarentena, para depois serem transferidos para outros presídios.

O Ministério Público ofereceu denúncia contra os três depois que a Prefeitura de Lavras, que adquiriu máscaras de proteção individual da empresa que havia vencido o processo licitatório, no valor de R$ 33 mil, entregou o material diferente do que havia apresentado no ato da venda. A Prefeitura abriu um processo administrativo contra a empresa, recebeu de volta o valor pago, devolveu as máscaras, e encaminhou ao Ministério Público o processo licitatório e o resultado do processo administrativo.

O Ministério Público de Lavras solicitou ao delegado regional Josias Moreira Giffonni, da 1ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Lavras, que apurasse a denúncia feita pela Prefeitura, de irregularidades praticadas pela empresa de Varginha. A irregularidade foi confirmada pela Depol de Lavras, que ainda acrescentou outras irregularidades que estavam sendo praticadas pela empresa.

Na manhã de quinta-feira, dia 23, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), cumpriu em Varginha os mandados de prisão e de busca e apreensão nos endereços dos envolvidos. Os três empresários foram denunciados pela prática dos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e três fraudes na execução de contratos. Foram apreendidos bens pertencentes aos envolvidos, também foi pedido o bloqueio de bens e a prisão preventiva dos suspeitos.

 
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