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Publicada em: 24/05/2011 12:48 - Atualizada em: 02/11/2011 11:01
Lavrense receberá comenda "Ruth Cardoso", em Brasília, esta semana
Mulheres que influenciam outras mulheres, no Brasil e no exterior, serão homenageadas em Brasília na sexta-feira, e uma lavrense será condecorada.

     

         Zenita Guenther. Foto: Jornal de Lavras

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A educadora Zenita Guenther será homenageada em Brasília na sexta-feira, dia 27; ela será agraciada com a comenda "Ruth Cardoso". O prêmio é concedido às mulheres de todo o país que tem influência na vida de outras mulheres e, segundo a comissão organizadora da comenda, Zenita Guenther já influenciou mais de 10 mil mulheres em todo o Brasil e também no exterior.

A educadora Zenita Guenther é uma referência internacional em educação de crianças com inteligência acima da média. Ela é a criadora do Cedet (Centros para Desenvolvimento do Potencial e Talento), que há 18 anos passou a atender alunos identificados principalmente por professores de escolas públicas.

A medalha Ruth Cardoso é concedida também a diversas pessoas físicas e jurídicas que tenham se destacado em na execução de ações ou programas com vistas à promoção dos direitos das mulheres, combatendo a discriminação e a desigualdade de gênero, propiciando oportunidades para desenvolver as capacidades das mulheres e melhorar seu nível de conhecimento, permitindo-lhes realizar seus projetos tanto no campo pessoal quanto profissional.

Também são agraciadas aquelas pessoas que se notabilizaram no combate às desigualdades e na inclusão social, na divulgação do conhecimento, na capacitação profissional e no trabalho voluntário, promovendo a melhora do nível de vida de populações carentes.

As indicações foram feitas pelas secretarias da entidade em todo o País. A entrega da comenda será no Centro de Convenções Brasil XXI.

 

Ruth Cardoso

Doutora em antropologia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, Ruth Corrêa Leite Cardoso (foto ao lado) foi pioneira no reconhecimento da emergência, na década de 1970, dos movimentos sociais que abrigavam minorias por questões de gênero, étnico-raciais ou de orientação sexual. O trabalho da antropóloga pôs em pauta a pesquisa sobre esses movimentos no meio acadêmico brasileiro.

Ruth Cardoso formou-se pela USP em 1952. Lá desenvolveu a fase inicial de sua carreira acadêmica, bem como conheceu Fernando Henrique Cardoso, com quem se casou em 1953. Seis anos depois concluiu o mestrado e, em 1972, o doutorado, com a tese "Estrutura Familiar e Mobilidade Social: Estudo dos Japoneses no Estado de São Paulo". Sua vida universitária foi interrompida pelo golpe militar de 1964, que levou o casal ao exílio no Chile e na França.

Durante o exílio e depois dele, Ruth Cardoso atuou em instituições como Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais (Flacso/Unesco), Universidade do Chile (Santiago do Chile), Maison des Sciences de L'Homme (Paris), Universidade de Berkeley (Califórnia) e Universidade de Columbia (Nova York). Foi também professora da Universidade de São Paulo e diretora do Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento).

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