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Publicada em: 09/04/2019 13:15 - Atualizada em: 09/04/2019 16:15
Adutora da Copasa, que traz água do rio Grande, volta a correr risco de rompimento
A Copasa não pode realizar obra na faixa de domínio do DNIT, apenas este órgão poderá resolver definitivamente o problema

José Eli de Sousa, gerente do Distrito Regional da Copasa em Lavras. Foto: Arquivo Jornal de Lavras 

 

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Em agosto do ano passado, a cidade corria um sério risco de ficar sem água a qualquer momento, pelo menos 60% da população corria este risco, entre hospitais, rede hoteleira, escolas, creches, residências e comércio, isso porque uma adutora da Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais), que traz a água do rio Grande, estava exposta devido à erosão do terreno. A adutora margeia a rodovia BR-265 e, por isso, a Copasa nada pôde fazer no local, já que é uma faixa de domínio do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte).

Naquela ocasião, caso ocorresse o rompimento da adutora, além de deixar a cidade sem a água do rio Grande, a BR-265 poderia ser destruída no local do rompimento em questão de minutos devido à força da água, além disso, traria sérios problemas para os moradores de um bairro próximo.

Na época, a reportagem do Jornal de Lavras procurou o gerente do Distrito Regional de Lavras da Copasa, José Eli de Sousa, ele contou que havia encaminhado um ofício ao engenheiro Silvio Duarte Melo, chefe de Serviço da Unidade do DNIT em Oliveira, relatando o problema. 

No ofício, o Gerente do Distrito Regional da Copasa em Lavras informou que às margens da rodovia BR-265, nas proximidades do bairro Serra Azul, no km 350, estava ocorrendo a erosão. Ainda no ofício, José Eli de Sousa reportou todos os problemas e consequencias que poderiam haver. O Gerente do Distrito Regional da Copasa em Lavras pediu a imediata intervenção do DNIT visando a recuperação da área atingida pela erosão. Além da Copasa, a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil também enviou ofício ao DNIT em Oliveira.

O DNIT resolveu o problema de forma paliativa, colocando sacos de areia para proteger a rede, porém, passados 8 meses o problema agora se agravou, isso porque com o grande movimento de caminhões pesados na rodovia, o terreno ficou instável, a adutora está se movimentando e poderá, a qualquer momento, se romper e provocar a destruição da BR-265 e deixar mais da metade de Lavras desabastecida de água.

O gerente do Distrito Regional de Lavras da Copasa, José Eli de Sousa, explicou que o perigo está na junção dos tubos, na chamada bolsa. Segundo ele, a trepidação provocada pelos veículos de grande porte na rodovia poderá fazer com que a bolsa se rompa, causando os problemas mencionados.

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