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Publicada em: 01/02/2019 21:52 - Atualizada em: 02/02/2019 18:13
Incêndio do Joelma completa 45 anos
Foi uma grande tragédia na sexta-feira, dia 1º de fevereiro de 1974. Mas não foi só este incêndio que ocorreu em um fevereiro

Muitas pessoas saltavam do prédio em chama para não morrerem queimadas. Imagem extraída de um documentário do YouTube

 

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O mês de fevereiro é marcado por grandes tragédias, grandes incêndios.

Há 47 anos o Brasil parava para ver ardendo em chamas o edifício Andraus, em São Paulo, o incêndio matou 16 pessoas e feriu 330. O incêndio no Andraus foi no dia 24 de fevereiro de 1972.

Mas a maior tragédia de São Paulo ainda estava por vir, foi no dia primeiro de fevereiro de 1974, há exatos 45 anos, no edifício Joelma. O incêndio no edifício Joelma começou numa manhã de sexta-feira, com chuva fina. Do alto do edifício pessoas se atiravam para fugir das chamas. Os bombeiros lutaram contra o fogo por mais de 10 horas, mesmo assim o incêndio deixou 187 mortos, mais de 300 feridos e a lembrança de algumas das cenas mais dramáticas da história daquela capital. Hoje o Joelma tem outro nome: "Praça das Bandeiras". Curiosamente, quem trabalha no prédio relata diversas histórias sobrenaturais no edifício. Quem visita o prédio não pode filmar ou fotografar o seu interior.

Foi também no mês de fevereiro, dia 14, de 1981, há 38 anos, que o edifício Grande Avenida, na avenida Paulista, sofreu um incêndio de grandes proporções, que causou a morte de 17 pessoas e deixou outras 53 feridas. A causa, de acordo com os peritos do Instituto de Criminalística, havia sido um curto-circuito na rede elétrica, ocorrido a partir de uma fiação solta no forro, além de inúmeras falhas nas instalações do edifício.

Mais recentemente outro incêndio assustou os paulistanos, Foi no Liceu de Artes e Ofícios, o incêndio também foi em fevereiro, no dia 4, de 2014. Um curto-circuito causou um incêndio que danificou 30 réplicas de esculturas da Grécia Antiga e Renascimento que estavam no centro cultural do Liceu de Artes e Ofícios, no centro de São Paulo. Ninguém ficou ferido.

A maior tragédia do Brasil não foi em São Paulo, foi em Niterói, há 58 anos. Foi no dia 17 de dezembro de 1961 que o Brasil viveu uma das maiores tragédias de sua história, que ganhou a mídia de todo o mundo, foi o do Gran Circo Norte-Americano, com a fama de ser o maior da América Latina. No dia 17 de dezembro de 1961 o espetáculo começou com alegria, mas três criminosos atearam fogo no circo e 503 pessoas morreram, sendo 70% delas crianças. Muitas pessoas morreram pisoteadas e a tragédia ganhou esta proporção também pela falta de socorro imediato, pois o principal hospital da região, o "Antônio Pedro", estava com suas portas fechadas devido a uma greve de acadêmicos que defendiam a federalização do estabelecimento por melhores condições. O então presidente João Goulart foi para Niterói no dia seguinte. A tragédia comoveu o mundo: o Papa João XXIII pediu que o mundo orasse pelos brasileiros e lamentou as centenas de mortes, a maioria delas de crianças.

O socorro chegou de todos os lados do Brasil. De Lavras, um grupo de voluntários, ligado à área da saúde, se deslocou até Niterói para poder ajudar as quase duas mil pessoas feridas, que foram alojadas em hospitais de Niterói, Rio de Janeiro e nas bases montadas pelo Exército, Marinha e Aeronáutica.

Também em Lavras que aconteceu um fato marcante ligado a esta tragédia: naquela época, há mais de 50 anos, a pecha de "contrabandista" era muito pesada, igual hoje a de traficante. No Rio de Janeiro faltou um determinado medicamento para atender queimados, o medicamento era importado dos Estados Unidos. Mas diante da tragédia que abalou o mundo, um de Lavras contrabandista procurou as autoridades e confessou que trabalhava com o ilícito, porém, ele disse que havia uma grande quantidade do medicamento em seu poder e que estava disponibilizando a carga para atender as crianças do circo. O medicamento foi transportado para o Rio de Janeiro e o contrabandista respondeu um processo, porém, devido ao seu espírito generoso, ele não foi condenado.

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