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Publicada em: 18/09/2018 16:10 - Atualizada em: 18/09/2018 22:18
A eficiência do milho transgênico dos EUA esteve em debate na Ufla
Riscos relacionados à resistência das pragas e as exigências governamentais na área ocasionaram ciclos de comercialização dos transgênicos

Foto: Ufla

 

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Nos últimos 23 anos, pelo menos 190 milhões de hectares espalhados em 28 países adotaram culturas biotecnológicas - a principal delas são as plantas transgênicas, isto é, plantas em que foram introduzidos um ou mais genes de outro organismo pelas técnicas da engenharia genética.  A área plantada cresceu mais de cem vezes no mundo inteiro desde a sua primeira comercialização em 1996. A proteção e praticidade no manejo das culturas, como do milho, por tecnologias de resistência a insetos é um dos principais fatores da lucratividade dos produtores com as safras e, consequentemente, expansão dos transgênicos no mundo.

Riscos relacionados à resistência das pragas com o uso intensivo das biotecnologias e as exigências governamentais na área ocasionaram ciclos de comercialização dos transgênicos. O panorama das últimas duas décadas de milho transgênico nos Estados Unidos  foi tema da palestra da especialista na área, Analiza Alves, da empresa norte-americana de sementes híbridas para a agricultura DuPont Pioneer, no XXXII Congresso de Milho e Sorgo realizado na Universidade Federal de Lavras (Ufla).

Na apresentação, Analiza Alves informou que o Brasil já pode ser considerado um país que atingiu o nível de maturidade na adoção dessas tecnologias. "Praticamente todos os transgênicos comercializados nos Estados Unidos também foram no Brasil. Desde 2008, não entraram produtos novos", informou.

Segundo ela, na primeira onda de transgênicos comercializados, o foco era controlar  lagartas, pragas que se alojam no corpo e na raiz das plantas nos Estados Unidos. "O controle com inseticida era difícil uma vez que a praga tem histórico de adaptação às práticas de controle. A alternativa foi implementar a rotação das culturas do milho e soja nos Estados Unidos na tentativa de matar a praga", explicou.

Na segunda geração de milho geneticamente modificado foram desenvolvidas tecnologias para proteção das espigas. Já na terceira, uma nova tecnologia permitiu aumentar a durabilidade dos transgênicos: os eventos piramidados, que consistem na combinação de duas proteínas responsáveis por atacar a praga com mais eficiência. "No entanto, surgiram limitações como adaptações variadas de acordo com a geografia e complexidade das pragas", frisou.

Na quarta e atual geração, a tecnologia que ganha propensão mundial e mobiliza os esforços da comunidade científica é a CRISPR-CAS, uma técnica de edição genética. "O DNA é uma estrutura instável e sofre mutações frequentemente. Com o CISPR-CAS, os cientistas podem quebrar e mudar o que desejam dentro do código genético da planta", esclareceu.

A novidade permite a transferência da característica desejável do DNA da planta em pouco tempo, com maior eficácia e tolerância à doença. A técnica é usada nas plantações de milho dentado amarelo nos Estados Unidos, de aparência translúcida, bastante usado tanto na fabricação de ração quanto para consumo humano.

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