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Publicada em: 25/06/2018 13:54 - Atualizada em: 25/06/2018 18:14
Recuperação da área degradada da tragédia de Mariana é tema de pesquisa na Ufla
Na Ufla, há cinco projetos em andamento que tratam da recuperação do Rio Doce

Espécies nativas da região de Mariana estão sendo cultivadas em Lavras. Foto: Mayara Toyama Departamento de Engenharia Florestal/Ufla 

 

 

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A Universidade Federal de Lavras (Ufla) desenvolve projetos e programas de recuperação ambiental da Bacia do Rio Doce. Em outubro do ano passado, durante um seminário que foi apresentado os programas e projetos da Ufla na recuperação da área degradada pelo rompimento da barragem do Fundão, em Mariana, o reitor José Roberto Scolforo falou sobre a união de ações para recuperar a Bacia do Rio Doce, durante um seminário que foi realizado na Instituição e que reuniu professores, pesquisadores e profissionais envolvidos na reparação dos danos causados pelo rompimento da Barragem do Fundão, na cidade histórica de Mariana, em 5 de novembro de 2015.

De acordo com a pesquisadora Soraya Alvarenga Botelho, do Departamento de Ciências Florestais, na Ufla, há cinco projetos em andamento que tratam da recuperação do rio Doce, um dos principais cursos d'água do estado. Essas ações são financiadas pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), envolvendo os departamentos de Ciências Florestais (DCF), Ciência do Solo (DCS) e Engenharia (DEG).

Um dos projetos é uma pesquisa que estuda se espécies nativas da região de Mariana que foram afetadas com o rompimento da barragem de Fundão, a pesquisa quer avaliar se as espécies da região são capazes de germinar, crescer e sobreviver adequadamente sobre o material constituído pela lama. Para a realização deste projeto, um caminhão de rejeito foi recolhido e trazido para Lavras, a pesquisadora Soraya Alvarenga Botelho quer saber se as espécies nativas das margens do rio Doce conseguirão se reproduzir no terreno afetado. Esta pesquisa vai até agosto do próximo ano.

O resíduo tem uma característica de encharcar em época de chuva e ressecar muito em período de seca, a pesquisadora recolheu, em um período de um ano e meio, mais de 50 espécies nativas na área, essas espécies estão sendo cultivadas em viveiros com terra recolhida em Mariana.  O próximo passo é fazer o teste em campo, no local afetado pelos rejeitos da barragem. Apesar da pesquisa ainda está em curso, algumas espécies apresentaram bons resultados, o que indica que a longo prazo será possível recuperar a área que foi atingida há 3 anos pelo rompimento da barragem de rejeitos.

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#jornaldelavras Eduardo Cicarelli Sabrina Cicareli

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