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Publicada em: 07/05/2018 07:56 - Atualizada em: 07/05/2018 10:30
Cemig está "caçando gatos" na capital e no interior de Minas
Cemig fecha o cerco contra furtos de energia, o objetivo é reverter prejuízo anual de R$ 300 milhões com ligações irregulares e clandestinas

Técnicos da Cemig na "captura dos gatos". Imagem Diário do Aço – Ipatinga

 

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A Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais) está fechando o cerco contra os consumidores que insistem em praticar furto de energia – popularmente conhecido como "gato". A empresa realizou, na última semana de abril, uma operação que ocorreu simultaneamente em vários municípios. Nessa ofensiva contra irregularidades, cerca de 400 clientes foram visitados para vistoria e outros 1,7 mil tiveram o fornecimento de energia cortado.

Durante a operação, foram encontrados 150 equipamentos com indícios de fraudes, cerca de 40% dos medidores inspecionados. Os equipamentos suspeitos foram retirados e levados para perícia no laboratório da companhia. Além das inspeções, também foram executados cerca de 1,7 mil cortes por inadimplência.

As inspeções ocorreram em Belo Horizonte, Uberlândia, Montes Claros, Ipatinga, Teófilo Otoni, Divinópolis, São João del-Rei, Capitólio e Nova Resende, e contou com a participação de 150 profissionais da Cemig. Em Nova Resende, no Sul de Minas, foram confirmados indícios de fraudes em 64% dos medidores inspecionados.

De acordo com o engenheiro de planejamento energético da Cemig Armando Fernandes Rocha, a tarifa dos consumidores mineiros poderia ser até 5% mais barata se não houvesse ligações irregulares e clandestinas na área de concessão da Cemig. Por isso, a companhia investe em operações e possui, ainda, um centro de inteligência que acompanha o consumo em tempo real de todos os seus clientes.

Caso seja confirmada a irregularidade pela Cemig, o titular da unidade consumidora pode responder criminalmente, já que a intervenção é crime previsto no artigo 155 do Código Penal e prevê multas e pena de um a oito anos de reclusão, além da obrigação de ressarcimento de toda a energia furtada e não faturada em até 36 meses, de forma retroativa.

"Além da sobrecarga na rede elétrica, as ligações irregulares podem causar graves acidentes, danos aos equipamentos elétricos e queda na qualidade da energia, devido às constantes interrupções no sistema elétrico provocadas pelo consumo irregular. Vale lembrar, ainda, que várias ocorrências de rompimento de fios e queima de transformadores são registradas devido a essa prática criminosa", finaliza Armando Rocha.

 
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