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Publicada em: 14/01/2017 10:26 - Atualizada em: 14/01/2017 16:17
Projeto prevê o resgate da história de Lavras
O que poucas pessoas conhecem sobre a história de Lavras será compartilhado com a população através de publicações, palestras e museus

O prefeito José Cherem, o deputado estadual e secretário de Estado Fábio Cherem, o gerente Cultural Marcus Paullus e o museólogo e historiador Ângelo Alberto de Moura Delphin na reunião realizada na Prefeiturade Lavras

 

 

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O prefeito José Cherem esteve reunido em seu gabinete na manhã desta sexta-feira, dia 13, com o gerente Cultural Marcus Paullus, com o museólogo e historiador Ângelo Alberto de Moura Delphin e com o deputado estadual e secretário de Estado Fábio Cherem. A pauta da reunirão foi o resgate da história de Lavras, Cherem quer que os lavrenses tenham acesso à história do município.

Nesta reunião foi discutido sobre os 150 anos de Lavras como cidade, que será comemorado no próximo, ano no dia 20 de julho. Lavras foi elevada a categoria de Vila no dia 13 de outubro de 1831 e de cidade no dia 20 de julho de 1868, através da Lei Provincial número 1.510, que elevou também a categoria de cidade os povoados de Aiuruoca e Piumhi.

O centenário de Lavras foi comemorado na administração do prefeito João Modesto de Souza e agora, o sesquicentenário, será na administração do prefeito José Cherem. O aniversário de Lavras é comemorado no dia 13 de outubro, data em que Lavras foi elevada a categoria de Vila, mas no próximo ano a comemoração será, excepcionalmente, no dia 20 de julho, quando se comemorará os 150 nos de Lavras como cidade.

Ainda na administração do prefeito José Cherem será comemorado, no último ano de seu governo, os 290 anos de povoamento do arraial das Lavras do Funil, a data se baseia na Carta de Sesmaria, expedida no dia 15 de janeiro de 1737, assinada em Vila Rica, por Martinho de Mendonça de Pinna e de Proença, passando as terras ao capitão de cavalo Pedro da Silva de Miranda, Francisco Bueno da Fonseca, Salvador Jorge Bueno Paschoal Leite Paes, Diogo Bueno da Fonseca e Manoel Francisco Xavier Bueno.

A data presumida do povoamento de Lavras baseia-se no documento assinado pelos Buenos da Fonseca, que é datado de 15 de janeiro de 1737, porém, segundo seu pedido, "...e por ser sertão a dita paragem, às terras e matas situadas no Funil do Rio Grande, Comarca do Rio das Mortes, com três léguas de cumprido desde o referido Funil até a barra do Ribeirão das Faisqueiras, e de testada até o campo que será uma légua e meia". Os requerentes fundamentaram seu pedido dizendo que: "... se achavam com grande número de negros sem terra, nem mato em que pudessem ocupar para se utilizarem, e a fazenda de Sua Majestade com aumento dos reais dízimos; e porque tinham posses e feitorias há mais de sete anos no Funil do Rio Grande, Comarca do Rio das Mortes queriam por sesmaria às terras, e matas que compreendem o dito Funil do Rio Grande correndo rio abaixo até aonde afocinha um morro do mesmo rio..." Documento transcrito da Revista do Arquivo Público Mineiro, página 888 – Carta de Sesmaria.

Se a Carta de Sesmaria tem a data de 1737 e o pedido dos Buenos da Fonseca afirmava que tinham posses e feitorias há mais de sete anos, logicamente a data aproximada é 1729 e, em 2019, serão comemorados os 290 anos do povoamento.

José Cherem demonstrou interesse em resgatar a história da ferrovia em Lavras, da educação, do esporte, de personalidades da cidade, como do lavrense Francisco Salles, que foi governador de Minas, deputado constituinte mineiro, presidente da Câmara dos Deputados de Minas Gerais, secretário das Finanças do governo de Crispim Jacques Bias Fortes, Ministro da Fazenda do governo de Hermes da Fonseca, Senador da República e prefeito de Belo Horizonte.

Na reunião, o gerente de Cultura Marcus Paullus falou de sua equipe de trabalho nesta área e enalteceu dois integrantes: Renato Libeck e Giovane Nemeth, que segundo ele, são grandes conhecedores da história do município e que estão trabalhando com muita dedicação.

José Cherem pediu ao gerente de Cultura que crie uma comissão para tratar destes assuntos de resgate da história de Lavras e de seu povo. Ele agradeceu a presença do historiador e museólogo Ângelo Alberto de Moura Delphin que se colocou à disposição da equipe que vai resgatar a história de Lavras para que as gerações futuras possam se orgulhar de seu passado.

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