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Publicada em: 14/11/2016 19:45 - Atualizada em: 15/11/2016 00:04
Caminhoneiros que usam espaço no Expolavras fazem esclarecimento através de nota para a imprensa
Sindicato dos Transportadores Autônomos esclarece sobre área usada pelos caminhoneiros no Distrito Industrial

Área foi cercada e uma faixa foi colocada, o que chamou a atenção da autoridades municipais

 

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  Jornal de Lavras:  (35) 9 9925.5481    @jornaldelavras     @jornaldelavras    @jlavras    

O Sindicato dos Transportadores Autônomos de Lavras enviou nota para o Jornal de Lavras esclarecendo sobre a área que os caminhoneiros estão usando no Distrito Industrial, mais especificamente a área de estacionamento do Expolavras. De acordo com a matéria publicada, a Prefeitura de Lavras havia se manifestado informando que não autorizou ninguém ou nenhuma entidade a ocupar a área.

De acordo com a Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Lavras, fiscais estiveram no local e constataram o que eles classificaram como "área invadida". Segundo a Assessoria, um relatório seria confeccionado e entregue no Jurídico da Prefeitura para andamento das providências cabíveis.

Segundo a Assessoria de Imprensa, o Jurídico da Prefeitura notificaria a entidade "caminhoneiros Autônomos", uma vez que uma faixa foi colocada no local, indicando que a área cercada era o "Pátio dos Caminhoneiros Autônomos" e que acesso à área era restrito, determinando a retirada do cercamento, e, ainda segundo informações da Prefeitura, caso não fosse cumprida no tempo estipulado, a justiça seria acionada.

Os caminhoneiros se anteciparam e antes de receberem qualquer notificação, emitiram uma nota esclarecendo o impasse. Também por telefone, o presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos (Sinditac) - Lavras, Claudimar Carlos Barbosa, disse que a intenção dos caminhoneiros não é apossar de nenhuma área pública, disse que estão usando o espaço como estacionamento dos caminhões e carretas, uma vez que os veículos são instrumento de trabalho e que estão impedidos de estacioná-los nas ruas da cidade, bem como às margens das rodovias.

Claudimar disse que os caminhões também não podem ficar nos pátios dos postos de combustíveis, disse que os caminhoneiros são multados e hoje, com a legislação de trânsito, multas representam perda de pontos na carteira, que somados resultam em impedimento de dirigir. A carteira de motorista de um caminhoneiro é também seu instrumento de trabalho, sem carteira o caminhoneiro fica sem emprego.

Claudimar disse que os caminhoneiros perceberam que aquela área era usada apenas em eventos para estacionamento, que durante a maior parte do tempo fica sem uso, por isso eles se agruparam e resolveram estacionar naquele espaço. A questão do agrupamento dos veículos foi visando segurança, já que, segundo ele, os caminhoneiros são vítimas constantes de ladrões que roubam lonas, cargas, baterias e outros pertences. Por estar juntos, o grupo cotiza e consegue manter um vigia no local.

Esse impasse demonstra que a cidade necessita urgente de ter um entreposto, um local onde os caminhoneiros possam estacionar seus veículos em local seguro despreocupadamente, este entreposto poderia ser usado também para descarregamento de cargas a serem distribuídas no comércio da cidade, evitando assim a entrada e circulação de grandes carretas nas ruas. O entreposto geraria empregos diretos e indiretos, nele poderia ser instalados: borracharia, lanchonete, uma pequena loja de peças, escritórios de agenciadores de cargas, depósitos para acondicionar cargas e uma infinidade de outros benefícios, além de empregar indiretamente motoristas de pequenos veículos que distribuiriam as cargas pela cidade, por exemplo, uma carreta carregada com 35 toneladas de fardos de arroz, que seriam entregues em supermercados e armazéns da cidade, a carga seria distribuída entre os carreteiros urbanos que fariam a entrega dentro da cidade. 

A área escolhida pela municipalidade teria que ser às margens da rodovia, uma área grande que comportasse as benfeitorias, vale ressaltar que se essa área fosse criada, ela arrastaria outros empreendimentos, como um condomínio de empresas, um local onde as empresas de Lavras construiriam grandes galpões que seriam usados com depósitos de distribuição, tudo isso geraria empregos diretos e indiretos. A área, neste caso, pode ser destinada legalmente aos caminhoneiros, basta fazer uma cessão de uso baseada na geração de empregos, o que certamente teria.

Nota de esclarecimento do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Lavras

O Sinditac – Lavras, através de seu presidente Claudimar Carlos Barbosa, vê esclarecer que ao ser procurado pelos transportadores autônomos e informado sobre a situação de estacionamento de seus veículos dentro da cidade e às margens da rodovia BR-265, onde os mesmos estão sendo multados, e nos pátios dos postos de gasolina, onde são alvo de roubos de acessórios, cargas, lonas e etc., tendo em vista que os mesmos não podem estacioná-los nas portas de suas residências e em outros locais, onde ficam vulneráveis a assaltos, o Sindicato orientou que os mesmos encostassem seus caminhões em um local onde não está sendo utilizado por ninguém ou empresas no Distrito Industrial, onde já existem muitas empresas e transportadoras, até que sejam buscadas junto a próxima administração, uma solução.

O Sinditac – Lavras esclarece que não estão invadindo nenhuma área pública, apenas utilizando um espaço para estacionar seus veículos tirando-os das ruas da cidade, não queremos em momento algum causar nenhum transtorno, prejudicar ninguém e nem trazer prejuízos para a municipalidade. Pedimos desculpas a atual administração municipal, a qual não tem nenhum envolvimento no caso.

Esclarecemos também que a cerca que foi colocada naquele espaço foi um trabalho de mutirão de transportadores, apenas para tornar o local seguro. Os usuários do espaço foram orientados a retirar a cerca, porém, continuaremos utilizando o local, uma vez que ele é usado apenas em ocasiões festivas, a decisão é até termos uma posição da Prefeitura em relação à demarcação de um ponto de parada para os transportadores.

Lavras, novembro de 2016

Claudimar Carlos Barbosa

 
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