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Publicada em: 19/11/2010 20:38 - Atualizada em: 20/11/2010 06:02
Leilão dos melhores cafés de Minas Gerais será no dia 25, em Lavras
Os melhores cafés do Concurso de Qualidade serão leiloados em Lavras na quinta-feira; serão leiloadas as 16 amostras.

     

        Foto ilustrativa

 

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Os campeões do 7º Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais serão anunciados na próxima quinta-feira, dia 25. A cerimônia de premiação e o leilão dos lotes finalistas serão realizados no Salão de Convenções da Universidade Federal de Lavras (Ufla), a partir das 13h. Serão oferecidos para venda lotes das 16 amostras de café selecionadas entre as 49 finalistas do concurso estadual. "Pelas regras do leilão, somente podem ser ofertados lotes de cafés que apresentaram notas acima de 84 pontos da escala da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA, na sigla em inglês)", explica Marcos Fabri Junior, da Emater, o coordenador do concurso. Na classificação, foram analisados pelos julgadores, de nível internacional, os atributos sensoriais de corpo, acidez, doçura e fragrância das bebidas preparadas.

O lance mínimo do leilão será igual ao valor do fechamento da cotação da BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros) do dia 24 de novembro, para o café natural tipo 6, com mais 50% de ágio. Este ano, o processo de venda será conduzido pela empresa Carmo Coffees, que vai garantir para os produtores selecionados o preço mínimo de todos os cafés. Isso significa o compromisso de adquirir todos os lotes que não forem vendidos, pelo preço do lance inicial.

A Carmo Coffees vai ainda reservar um microlote (uma saca de cada um dos dois melhores cafés do Estado, nas categorias natural e cereja descascado) para ser leiloado após o anúncio dos vencedores. É mais uma estratégia de valorização dos participantes do concurso estadual de qualidade. "Nossa expectativa é de que os lances possam chegar perto ou até ultrapassar os R$ 7 mil, o preço máximo obtido no leilão do concurso estadual de qualidade de São Paulo", afirma o coordenador Marcos Fabri Junior. Os compradores terão oportunidade de degustar, antes do leilão, a bebida preparada com amostras dos 16 cafés oferecidos, que serão identificados por região produtora, mas sem os nomes dos produtores.

Entre os 49 finalistas do 7º Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais, serão anunciados os 18 vencedores, sendo seis de cada uma das principais regiões produtoras (Sul, Cerrado e Matas de Minas), nas categorias natural e cereja descascado. "Essa divisão por regiões neste ano teve por objetivo promover o café de cada uma das regiões, respeitando e valorizando as características particulares de cada uma", explica o gerente da Regional da Emater em Lavras, Marco Antônio Canestri, também coordenador do concurso estadual.

Além dessa premiação regionalizada, serão anunciados na próxima quinta-feira os dois melhores cafés do Estado, escolhidos entre todos os concorrentes. Uma novidade do leilão deste ano é a redução dos lotes apresentados, que passou de 30 sacas exigidas nos concursos anteriores para somente 10 sacas. "É uma estratégia para valorizar ainda mais os melhores cafés, atraindo mais compradores, e para permitir a participação de agricultores familiares, que têm uma produção menor", afirma Marcos Fabri Junior, da Emater.

O coordenador explica que a redução no tamanho do lote significará investimento menor para os compradores, que poderão se dispor a oferecer preços mais altos por um produto diferenciado. "Geralmente os cafés adquiridos em leilões serão oferecidos ao mercado para reforçar o marketing das indústrias e cafeterias junto a um público específico, ou nicho de mercado, e por isso não é vantajoso ter grandes quantidades." Ele afirma ainda que é esperada a participação das empresas de exportadoras de café, indústrias de café, padarias, bares e restaurante. "Boa parte desses lotes premiados deverão ser exportados, principalmente para Estados Unidos e Japão", prevê Fabri Junior.

O 7º Concurso Estadual dos Cafés de Minas é promovido pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), por meio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater), e pela Universidade Federal de Lavras (Ufla). A iniciativa tem como parceiros o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig); o Centro de Excelência de Café de Machado; o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sul de Minas - Campus Machado; o Polo de Excelência de Café, o Sindicafé-MG, além de cooperativas e demais instituições do setor.

Para incentivar ainda mais a participação do maior número possível de interessados no leilão, o Instituto Federal de Machado oferece os serviços de torra e moagem para os compradores, que poderão receber, por um valor acessível, o café pronto para a venda no varejo, em embalagens de 250 gramas. "É mais uma prestação de serviço que o concurso oferece. Assim, os cafés de melhor qualidade produzidos em Minas podem ser adquiridos também por restaurantes, hotéis e por comerciantes que não dispõem de equipamento para beneficiar/processar os grãos", explica Fabri Junior.

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